ATLAS Y RUTA AMIGONIANA, FINALIZANDO UN CICLO E INICIANDO UNO NUEVO

HOY SE CIERRA EL CICLO DE CESAMI CON LOS AMIGONIANOS, 10 AÑOS DE UNA VIVENCIA Y UNA EXPERIENCIA QUE SOLO VA A SER MANTENIDA EN EL ESPIRITU DE LOS QUE QUEDAN. DIOS BENDIGA SU OBRA Y AGRADECIMIENTO A TODOS POR ESTOS 10 AÑOS DE VIVENCIA.

COMO LEMBRANÇA DEIXO ESTES DOIS TRABALHOS FEITOS COM A EQUIPE DE PESQUISA DA PROVINCIA, ROTA AMIGONIANA E ATLAS AMIGONIANO DO BRASIL, EM PORTUGUES E EM ESPANHOL

ATLAS AMIGONIANO FINAL

RUTA AMIGONIANA BRASIL – ANALISIS DE LOS MAPAS 2012

ROTA AMIGONIANA BRASIL – ANALISE DOS MAPAS 2012

ATLAS AMIGONIANO PORTUGUES

DEUS ABENÇÕE A TODOS NESTE NOVO ANO 2014 QUE AGORA COMEÇA.

COM APRECIO

ELKIN

FORMAÇÃO E TREINAMENTO DE PROFISSIONAIS PARA O ATENDIMENTO DE ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE CONFLITO COM A LEI, CONSUMIDORES DE SUBSTANCIAS PSICOATIVAS E EM SITUAÇÃO DE RISCO E DE VULNERAÇÃO

Artigo Completo

Formação de Profissionais para o atendimento de adolescentes em conflito com a Lei e em situação de risco e vulnerabilidade

FORMAÇÃO E TREINAMENTO DE PROFISSIONAIS PARA O ATENDIMENTO DE ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE CONFLITO COM A LEI, CONSUMIDORES DE SUBSTANCIAS PSICOATIVAS E EM SITUAÇÃO DE RISCO E DE VULNERAÇÃO

Elkin Páez Chingal

Outubro de 2011

1.   INTRODUÇÃO

Dar a conhecer e validar uma experiência de trabalho exige constância e dedicação, porém, e especialmente, compromisso com aquilo que se acredita, dessa forma, não somente se pode transmitir um conhecimento, se pode formar uma equipe de trabalho capaz de desenvolver inclusive, aquilo que pode parecer impossível.

É possível abordar e intervir com sucesso a complexa problemática individual, familiar, social e governamental que representa o atendimento de adolescentes em conflito com a lei, ou que se encontram em situação de risco e vulneração por problemáticas de consumo de substâncias psicoativas “crack”, criminalidade, entre outras?.

É possível formar e treinar uma equipe de trabalho que desenvolva o trabalho de atendimento a esta população com compromisso, qualidade, quebrando os paradigmas do medo, violência, rejeição e indiferença, e abordando com profissionalismo as diferentes problemáticas que este tipo de atendimento representa?.

É possível estabelecer um compromisso e parceira com o Governo e o Terceiro Setor, representado por entidades com experiência e que podem aportar e dar respostas em todos os níveis à complexidade da problemática, obtendo e disponibilizando os recursos que esta empreitada requer?.

Responder estas perguntas serve como ponto de partida e interesse principal deste artigo, dar a conhecer e validar a experiência pessoal, de toda uma equipe de trabalho e institucional das entidades para as quais eu trabalho, Pastoral Amigoniana de Ação Social –PAAS-[1] e Congregação dos Religiosos Terciários Capuchinhos Província de São José[2] e que vêm desenvolvendo um processo de capacitação e formação de profissionais e funcionários na área do atendimento à adolescentes em situação de conflito com a lei em vários Estados do Brasil acontecida nos períodos de 2001, novembro do 2003 ao 2006 e o período de 2010 ao 2011.

Esta experiência de trabalho se desenvolve dentro do contexto de ter participado na construção e implementação do Projeto Político Pedagógico Institucional das Unidades de Atendimento a Adolescentes em conflito com a lei na medida privativa da liberdade provisório e medida socioeducativa de internação contempladas no Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA[3] – do Centro Socioeducativo Amigoniano – CESAMI[4] ou nomeado pelo governo Centro de Atendimento Juvenil Especializado II do Distrito Federal – CAJE II / DF, Centro de Integração de Adolescentes Granja das Oliveiras – CIAGO, Unidade de Internação que foi assumida pela Congregação no ano 2006 ao 2008, Unidades de Internação e Internação Provisória dos Municípios do Sul de Espírito Santo, Centro Sócio Educativo Dom Luis Amigó e Ferrer, Belo Horizonte / Minas Gerais, Assessoria e Consultoria as entidades do governo responsáveis pelas medidas socioeducativas dos Estados do Pará, Espírito Santo, Piauí, Mato Grosso do Sul, Roraima, São Luis de Maranhão, fundamentadas e sustentadas no Modelo Pedagógico Terapêutico Amigoniano, modelo que está implementado em mais de 20 países e com mais de 120 anos de historia, trabalhando não somente com população em conflito com a lei, mas também, com população em situação de risco e vulneração, colégios, comunidades terapêuticas e uma Fundação Universitária na Colômbia[5] e que no Brasil é representado pela PAAS e Congregação dos Religiosos Terciários Capuchinhos.

A resposta as três perguntas iniciais é sim, sim é possível conseguir e fazer atendimento e recuperação de adolescentes em situação de conflito com a lei ou com problemáticas de consumo de crack ou em vulneração ou situações de risco. É possível sim formar equipes de trabalho que não possuíam experiência e conseguiram obter um alto grau de comprometimento e preocupação pela formação permanente em estratégias de intervenção a abordagem de situaçoes e finalmente, sim é possível estabelecer parcerias com o Estado quando a qualidade e compromisso são a prova visível que se quer dar resposta aos objetivos do Estado de aportar e trabalhar de forma conjunta para obter resultados às problemáticas sociais.

Dado o caráter científico que todo artigo deve ter para validar a experiência e conhecimento específico, que o sustente e argumente, posso dizer que as conclusões deste artigo seguem o método cientifico da pesquisa social, sendo que o objeto desta pesquisa é dar resposta a um grupo social[6]. Optei pela metodologia de Investigação Ação Participativa – IAP, argumentado por autores tais quais: J. BOSCO P, La IA como práctica social, Dimensión Educativa, Revista Aportes No 20, 2000, pgs 66-72, FALS BORDA Orlando, La Investigación, Obra de los trabajadores, Dimensión Educativa, Revista Aportes No 20, 2000, pgs 11, 54-72 e BRIONES Guillermo, La Investigación Social y Educativa, 3ª Edición, Convenio Andrés Bello, 1995, Colombia., devido ao fato de ter participado na construção desta pesquisa, sendo ator e participe da mesma de forma ativa.

A IAP valida o processo do conhecimento a partir da sistematização de experiências, a reflexão e comunicação das mesmas como parte fundamental para obtenção do conhecimento como é expressado por ARCILA ROJAS Adriana Patricia, “Guía de Estudio y Trabajo Investigación y Práctica”, Bloque Temático, “La Objetivación de la Sistematización”, Medellín –Colombia, Fundación Universitaria Luis Amigó, 1998, pg 13.

Validando o tema deste artigo de FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS, considerando profissionais toda a equipe de trabalho que abrange diretivas, equipe psicossocial, educadores, agentes, técnicos profissionalizantes, saúde, serviços gerais, cozinha, etc., delimito assim minha pesquisa, focalizando um ponto de partida que me permita responder as três perguntas iniciais da introdução, a partir da forma como foi construída, sistematizada esta experiência, relatando como aconteceu e se desenvolveu o processo de construção, implementação e execução do Projeto de Capacitação de Funcionários que trabalhariam com este tipo de população, a necessidade de escrever e implementar os diferentes Projetos Políticos Pedagógicos Institucionais, fundamentados em um Modelo Pedagógico e Intervenção que não era conhecido no Brasil e que exigiu um trabalho inicial de tradução dos textos e validação dos mesmos, ao mesmo tempo que era implementado o Projeto de Formação dos profissionais.

Este artigo recolhe os elementos principais sistematizados e relata a experiência do pesquisador que participa do processo da pesquisa e vai desenvolver os seguintes eixos temáticos.

  1. Uma necessidade, uma problemática, uma resposta
  2. Assumindo desafios
  3. Quebrando Paradigmas
  4. Um novo Modelo Pedagógico Terapêutico de Intervenção
  5. Proposta de Formação e Capacitação
  6. Aceitando o novo: Conciliando teorias, experiências e expectativas
  7. Construindo Identidade Institucional
  8. Elementos do Projeto Político Pedagógico Institucional
  9. Argumentando um Modelo Pedagógico Terapêutico de Intervenção.

10. Acompanhar e sistematizar experiências.

11. Garantindo a Capacitação Continuada.

No processo de continuidade de pesquisa ficam muitas tarefas a fazer como são:

  • Processo de avaliação dos profissionais no Modelo Pedagógico Terapêutico,
  • Processo de acompanhamento aos profissionais na consecução das metas de operacionalização do Projeto Político Pedagógico Institucional,
  • Processo de acompanhamento e seguimento aos adolescentes em situação de conflito com a lei, consumidores de substâncias psicoativas e em situação de risco e vulneração e resultados obtidos,
  • Comunicação de experiências e validação de toda a proposta nos âmbitos de conhecimento, de governo e com todas as entidades e órgãos que trabalham com este tipo de população,
  • Estabelecer parceria com centros universitários para estabelecer cursos de qualificação aos profissionais nesta área de conhecimento
  • Validar a proposta do Modelo Pedagógico Terapêutico Amigoniano, evitando assim plágios como já tem acontecido.
  • E finalmente, como se fez na Colômbia iniciar o processo de certificação da qualidade ISO dos processos de atendimento e que possam ser implementados ou servir de referencia no país para o atendimento deste tipo população.

[1] www.paasbrasil.com , Site da Pastoral Amigoniana de Ação Social – PAAS.

[2] http://www.terciarioscapuchinossanjose.org/, Site da Congregação dos Religiosos Terciários Capuchinhos Província de São José.

[3] Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA  Lei 8069 de 13 de julho de 1990 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8069.htm

[4] https://elkinpaezch.files.wordpress.com/2011/01/relatc3b3rio-insitucional-2010.pdf , Relatório de Apresentação dos 7 anos de atividades do CESAMI.

[5] http://www.funlam.edu.co/ , Site Fundação Universitária Luis Amigó, Colômbia.

[6] SPINDOLA Marcos Prof. MD.Sc., pós Doc, Md; Metodologia do Trabalho de Pesquisa, Slides de aula, Pós Graduação Especialização em Gestão de Projetos com foco PMI, Setembro de 2011, Brasília / DF, sem publicar, slide 55.

PASTORAL AMIGONIANA DE AÇÃO SOCIAL -P.A.A.S-

PASTORAL AMIGONIANA DE AÇÃO SOCIAL -P.A.A.S-

SITE

http://www.paasbrasil.com/principal_27.html

 

Portifólio de Serviços

É de grande satisfação ter a possibilidade de apresentar novamente o fruto e esforço de um trabalho, que representa para mim uma nova etapa na minha vida, no Brasil. Deixando atrás um maravilhoso trabalho, umas excelentes amizades que foram minha família em Popayán y Santander de Quilichao, Departamento do Cauca – Colômbia,  e muitas ilusões que ficaram para atrás, o risco e a aventura por querer fazer algo além e realizar um sonho contemplado tempo atrás, me fizeram vir confiante, enfrentar-me a meu próprio passado e projetar desde um novo presente um futuro com um semnumero de possibilidades e oportunidades para fazer realidade todos os sonhos, como fala um dos meus contos.

E é isso para mim a PAAS, um futuro com semnumero de possibilidades para fazer realidade todos os sonhos, que pela graça de Deus, em 4 meses e pouco aqui no Brasil, desde março do 2010, até hoje, 17 de julho que retomo as publicações no meu blog, tive a fortuna dar uma estrutura e organização, os alicerse, bussola para conduzir o barco da entidade com a qual me formei aqui no Brasil.

Sendo então esta experiência de grande satisfação, deixarei que ela mesma fale, na página web que tem apenas tres días no rede, a rede humana em comunhão com o universo.

Com satisfação aqui:

www.paasbrasil.com

FAMILIA, UN LLAMADO URGENTE A LA ESPERANZA

  FAMILIA, UN LLAMADO URGENTE A LA ESPERANZA

 Taller para Familias

Año 2002

Objetivo General: Interiorizar respecto a las nuevas oportunidades que la vida nos brinda pese a las dificultades presentadas, configurando una nueva manera de ver la vida a partir de leyes concretas que nos den el rumbo que algún día perdimos.

 Momento I:

  • Motivación Inicial: Tejiendo la Red: Nombre, papá de quien, Estado de ánimo y nombre de quien le tiró la madeja. 
  • Reflexión: Respecto a cómo en la vida vamos tejiendo redes que enredan nuestras vidas y lo que se necesita para salir de ella.
  • Desarrollo del tema: Primera parte: Trabajo sobre la resiliencia. Capacidad para afrontar las dificultades y recuperarse aunque todo parezca lo contrario. Forma de trabajarlo como aparece en el taller de crecimiento humano. Formas para salir de la red.

Momento II: Trabajo del libro “Un grito desesperado”, de Carlos Cuauthemoc Sánchez en forma de  Conferencia. Casette Gracias a la Vida.

 1.      Tres pasos para la superación personal.

  1. Es clave conocernos: Sentimientos, Dimensiones del ser humano.
  2. Escala de gente prioritaria. Valor del acercarnos a Dios, familia, amigos.
  3. Necesidad de normas y leyes para nuestros hijos. Dimensión Ética y carácter, Un llamado Urgente.
  •  5 Leyes de superación personal. Breve explicación y Trabajo de familias con los muchachos .

1.     Ley de la ejemplaridad.

2.    Ley del amor incondicional.

3.     Ley de la Disciplina

4.    Ley de la comunicación profunda

Canción La Maza de Silvio Rodríguez: Reflexión sobre la canción que nos invita a creer, si no creemos nada tiene sentido y no hariamos de nuestra vida una canción con sentido, si no el ruido sordo del sonido que no somos capaces de sacar del fondo de nuestro ser.

  • 5. Ley del desarrollo espiritual: Fin Cuarta parte: Casette “Nadie te ama como yo. Eucaristía, sentir verdaderamente la presencia de Dios y celebrarla.

TRES PASOS PARA LA

SUPERACIÓN PLENA

  • DOBLEGA TU ORGULLO
  • PERSEVERA EN SOLEDAD
  • DA TESTIMONIO DE TUS CONCLUSIONES

ES CLAVE CONOCER Y  COMPRENDER NUESTRO SISTEMA EMOCIONAL

  • Ideas simples
  • Pensamientos íntimos.

 ESCALA DE LA GENTE PRIORITARIA

El hombre sano y triunfador exalta su corazón primeramente a Dios. Y en segundo lugar a su familia. Después puede querer a otra persona. Si los 2 primeros fallan hay desequilibrio.

CONSTRUYAMOS LAS NORMAS DE NUESTRA FAMILIA

MENSAJE URGENTE PARA LA SUPERACIÓN FAMILIAR”

§      Cuando estés en tu casa evita gritar

  • Se rápido para escuchar y lento para la ira Santiago 1, 19
  • Una respuesta suave calma el furor y detiene las peleas a tiempo Proverbios 15.1
  • La lengua mansa es árbol de vida; la perversa rompe los lazos del afecto. Proverbios 15, 4
  • No devuelvas nunca mal por mal ni insulto por insulto. Se compasivo ama sin condiciones; sé dócil y fiel, así bendecirás tu hogar.  1 Pedro 3, 8-9.
  • Tus padres son capaces de ver en ti debilidades y fuerzas que desconoces.
  • Cuando estés tentado a condenar a alguien, detente y recuerda que todo el peca no sabe lo que hacer y merece ser perdonado. Lucas 23,24
  • Hijos obedeced a vuestros padres en el Señor. Efesios  6.

LEY DE EJEMPLARIDAD 

“LOS HIJOS CARGARÁN EN EL SUBCONSCIENTE MUCHOS AÑOS, LOS PATRONES DE CONDUCTA QUE OBSERVARON EN SUS PADRES” 

LEY DEL AMOR INCONDICIONAL

“LA ÚNICA ENERGÍA QUE FORTALECE VERDADERAMENTE AL HOGAR Y CADA UNO DE SUS MIEMBROS ES EL AMOR SIN CONDICIONES”

LEY DE LAS NORMAS DE DISCIPLINA

“LAS NORMAS DE DISCIPLINA DELIMITAN LA ÚNICA ÁREA CONFIABLE SOBRE LA QUE PUEDE EDIFICARSE LA TORRE DEL ÉXITO FAMILIAR Y PERSONAL”

RESPETO-UNIÓN-PROSPERIDAD-AUTOESTIMA

LEY DE LA COMUNICACIÓN PROFUNDA

“LA CALIDAD DE UNA FAMILIA ESTÁ DADO POR EL NÚMERO Y FRECUENCIA DE CONVERSACIONES SERIAS ENTRE SUS MIEMBROS”

LEY  DEL DESARROLLO ESPIRITUAL

“EN LA FAMILIA DEBE LLEVARSE BIEN UNA RELIGIÓN DE AMOR. SOLO MANTENIENDO UNA ESTRECHA RELACIÓN CON DIOS PUEDE LOGRARSE LA PAZ INTERIOR

CULTURA JUVENIL, CICLO DE GENERACIÓN EN GENERACIÓN

CULTURA JUVENIL, CICLO DE GENERACIÓN EN GENERACIÓN

Elkin Páez Chingal

Octubre 18 del 2000

“Las culturas juveniles pueden contemplarse como una metáfora del medio ambiente del que surgen, no es lo mismo ser un joven del campo o la ciudad, de un estrato más alto a uno más bajo, etc. Por otra parte, las culturas juveniles diseñan estrategias concretas de apropiación del espacio: construyen un territorio propio”[1].

“La memoria colectiva de cada generación de jóvenes evoca determinados lugares físicos (una esquina, un local de ocio, una zona de la ciudad). Asimismo la acción de los jóvenes sirve para redescubrir territorios urbanos olvidados o marginales, para dotar de nuevos significados a determinadas zonas de la ciudad, para humanizar plazas y calles”[2].

Cada que nace un niño es una nueva manera de ver el mundo y una nueva construcción y aporte a la torre de la evolución de la humanidad. Cada joven que crece hace parte de una nueva constitución de pensamiento que, por la cercanía entre una y otra brecha generacional producen conflicto, cada generación nueva que nace supera a la anterior en cuanto pretende no cometer los mismos errores o simplemente disfrutar mucho más de lo que lo hizo la anterior generación. ¿O a caso qué joven no ha entrado en conflicto con los adultos?. Todos hemos tenido esta misma dificultad.

El conflicto está en que este cúmulo de enfrentamientos se dan en un mismo espacio, en una misma época, en un mismo contexto. Los adultos pretenden orientar este nuevo pensamiento, pero cuando se hace de manera violenta o muy laxa o sin compromiso, genera en las nuevas generaciones un enfrentamiento y reacciones más violentas en contra de tales posiciones.

La lucha por marcar territorio y demostrar autoridad en los adultos y libertad en los jóvenes, que tienen una mente muy lúcida del mundo aunque insegura, hace que se den tan marcadas diferencias en las expresiones que una y otra generación tienen del mundo, creando entorno así, como lo plantea el documento, nuevas manifestaciones culturales. ¿Pero acaso el mundo y sus sociedades no han ido evolucionando por nuevas formas de pensarlo, sentirlo y vivirlo, siendo los pensamientos juveniles los que construyen el mundo que quieren habitar?. ¿Pero acaso los jóvenes no se hacen también adultos y juegan el papel importante de formar a las nuevas generaciones en el pensamiento que ellos tuvieron del mundo, además que se sienten impotentes cuando no lo logran?.

La situación como la investigó Freeman, me parece más válida cuando se observa que las manifestaciones culturales juveniles son algo natural, anexando, como proceso evolutivo de la humanidad. La dificultad y el punto central, se encuentra en el hecho de que ésta nueva expresión debe ir de la mano y orientada por la experiencia adulta. ¿Pero cómo hacerlo?.

Este si es un punto importante, ¿cómo unir dos o hasta cuatro generaciones que comparten el mismo espacio, tiempo y contexto?pueden convivir y aportar más al mundo desde una conciencia universal y de alteridad?. La educación y la formación son  el punto clave, pero ésta jamás será efectiva en la manera que no parta de la individualidad y particularidad de cada sujeto, pero con la conciencia clara de la eticidad que contribuya para que todos vivamos en este mundo, con conciencia de evolución sí, pero no de destrucción, de normas para la convivencia que ayuden a la libertad y desarrollo de cada ser humano.

Es claro que lo anterior es lo utópico, pero a su vez la única alternativa, pero en la que juega un papel importante el diálogo que pueden tener una generación a otra, que obviamente tienen sus propios espacios, pero que pertenece al espacio que todos comparten, por ello, más que imponer, es sensibilizar con las estrategias que se necesiten para saber que lo que alguien haga afecta a los otros.

Es un punto que corresponde a los adultos, por ser quienes tienen la experiencia, pero por sobretodo porque también fueron jóvenes y son concientes que estos últimos también tienen su aporte y quiere ser validado, en caso de que no se haga es lo que genera reacciones culturales en contra de todo y del resentimiento de no ser tenidos en cuenta en su propia época, buscando un espacio que solo les va a ser dado cuando sean adultos, repitiendo el ciclo violento de quererse imponer aún a costa del pensamiento de la nueva juventud que tiene que soportar sus insatisfacciones e inmadureces.

 


[1] Carles Feixa Pompols en el artículo de “La ciudad Invisible, Territorio de las culturas juveniles”.

[2] Ibid.

VIOLENCIAS JUVENILES, ¿UN PROBLEMA DE MALVERSACIÓN CULTURAL? ¿O UNA PROPUESTA CULTURAL VÁLIDA?

VIOLENCIA JUVENIL, ¿UN PROBLEMA DE MALVERSACIÓN CULTURAL? ¿O UNA PROPUESTA CULTURAL VÁLIDA?

 

Un aporte desde la pedagogía reeducativa

 Elkin Páez Chingal

Octubre 18 del 2000

Una página en blanco, es un mundo en potencia de ser descubierto. Esta puede ser una forma de mirar a nuestra juventud imbuida en los blancos trazos de muchas páginas de sus vidas que en muchas ocasiones se dejaron de escribir, que fueron saltadas o salteadas  en un cúmulo de tachones y rayones hechos con violencia por quienes han escrito la formación de sus vidas.

Este es el mundo del joven, un libro de cultura escrito en desorden y sin claridad de lo que pretenda el autor de sus vidas, y ¿quién es ese autor?, no más que el mismo entorno del cual cada joven emerge.

Enfrentarnos al problema de la violencia juvenil genera el sabor agridulce que produce el saber y conocer muchas de las causas que lo originan y manifestaciones en una sociedad impotente que se desploma al observar que el futuro para nuestra paz está infestado y contaminado de un problema, no se si cabe la palabra, de malversación cultural, donde los jóvenes desorientados y manipulados por oscuras intenciones de grupos al margen social son adoptados, escribiendo en el libro de sus vidas un proyecto de guerra y de lujos alcanzados con el menor esfuerzo, un mundo ficticio y pasajero como la vida misma, con elementos culturales propios como un lenguaje, religión, simbolismos, etc.

Surge entonces en el mundo juvenil toda una nueva expresión de cultura de violencia, protagonizada por los héroes de turno, pandilleros, sicarios, narcotraficantes, satánicos, xenofóbicos, punkeros, raperos, guerrilleros o paramilitares, además toda una expresión de lenguaje sobrecargada de simbolismos y significaciones cada vez más relacionadas a un proyecto de muerte en lugar de vida; la competencia y las batallas campales entre jóvenes nos devuelven a la época primitiva, donde primitivos y animales luchaban y hasta mataban por marcar un espacio territorial, “conyugal” o alimenticio. Claro diríamos que esto no solo a ocurrido en la etapa primitiva, al igual todo el tiempo han existido esas luchas de poder, aunque más sofisticadas o con cargas significacionales distintas que lo que hacían los primitivos o animales, pero al fin y al cabo luchas por cobrar un espacio que jamás ha estado claro, ejemplo, palestinos e israelitas.

Y es precisamente a esto a lo que me refiero con los tachones, páginas saltadas y salteadas del libro que se escribe en cada ser humano, pero que cuando se es joven desarrolla su máxima expresión, en  muchas cosas positivas pero, como es el interés de este escrito, también negativas como lo ha sido la violencia juvenil.

¿Cómo se ha originado esta violencia de una manera tan arrolladora en nuestra patria?. Los estantes de bibliotecas y librerías están llenos de investigaciones o cintas de video como Rodrigo D, el Sicario, la Vendedora de Rosas, etc, que como lo dije al principio hacen referencia a las muchas causas que de alguna manera se creen saber, asociadas a la pobreza, el maltrato, económicas, sociales, influencia medios de comunicación, ambiente de guerra que está viviendo el país, pérdida de valores, violencia intrafamiliar, baja comunicación profunda y asertiva a nivel familiar, deserción escolar, falta de oportunidades, etc.

Pero éste tampoco es el punto que me interesa analizar,  mi reflexión apunta a sensibilizar respecto a la manera como la violencia juvenil se está categorizando en todo un fenómeno cultural que complica más las cosas en cuanto a intervención se quiera hacer, ya que no solo nos estamos enfrentando a la atención de un sujeto, sino a un cúmulo de creencias que hacen de su ser la  representación visible del sentir de un grupo social que busca su espacio y manifestación propia en contraposición y malversación de la cultura tradicional en la que fueron educados.

¿Cómo así? Pues resulta que si vemos el fenómeno de la violencia juvenil como un fenómeno cultural entenderemos que al ser cultura, penetraremos en el tabú de si es válido aceptar todas sus expresiones y simbolismos de muerte, el lenguaje que ha generado y los seudo principios éticos, morales y religiosos que resalta Alonso Salazar en su documento, analizado en este escrito, “violencias juveniles: contraculturas o hegemonía de la cultura emergente”, por el  hecho de ser cultura así como hablar de cultura negra o indígena o China, etc.

O si por el contrario tiene alguna diferencia cuando se expresa en grupos específicos considerados al margen social como los narcotraficantes, milicias, guerrillas, paramiliatres, hipies, pandilleros, etc, desviando todo el fenómeno y las incidencias de la violencia juvenil en un problema más complejo como lo es la cultura en sí misma, que retoma Carles Feixa Pompols en el artículo de “La ciudad Invisible, Territorio de las culturas juveniles” y que  dispersarían aún más la atención de la problemática.

Esto, porque se entraría a analizar cómo sería la intervención o propuesta que desde la Pedagogía Reeducativa se establecería, partiendo del hecho que si interviene la violencia juvenil como patrón de cultura entraría a romper o trabajar desde los estereotipos que ellos mismos manejan, y defienden porque hace parte de la forma que tienen de ver la vida, la construcción que hacen de ella, que aunque no nos parezcan válidos hacen dentro del mundo juvenil toda una forma de expresión que aunque guste o no, insisto, es el resultado de lo que se les ha ofrecido y escrito en el libro de sus vidas, y que hace parte no solo del aparecimiento de una  nueva cultura, sino del resultado de lo que a la cultura tradicional de figurar, de alcohol, libertinaje, vida fácil, agresividad, de lealtad, etc, y demás defectos que en sí puede poseer la cultura o malversación de valores como lealtad, amor a Dios, les fue dado por los adultos que tampoco han madurado su propia cultura, pensamiento y criterio frente a la vida.

Además que fueron calando más en los jóvenes, que fueron adoptados por los mismos adultos y sus insatisfacciones, que van trasmitiendo de generación en generación cobrando fuerza en esta etapa de la juventud por la necesidad natural de identificarse y la insatisfacción natural que esta etapa posee que prefiere fácilmente a los héroes que van en contra de todo, las acciones prohibidas, pero la necesidad de salir victorioso de ellas sin correr ningún riesgo, lo que los hace utilizar la figura de La Virgen como su Patrona para que no los abandone. O También puede suceder que como se ha tenido lo necesario o por el contrario, mucho pero sin conciencia, se quiera tener un mundo aparente de comodidades que se exige les sea dadas sin esfuerzo, como es el caso de los narcotraficantes. O hacer valer sus ideas apoyándose entonces en grupos revolucionarios, o simplemente querer ser distintos y apreciados como son en su diferencia a lo que los adultos tradicionales quieren ofrecerles, hipies, punkeros, raperos, etc, que son consideradas como la expresión de la cultura de violencia juvenil.

Partiendo de mi experiencia con jóvenes y retomando el documento de “Ciudad Invisible” la parte que habla sobre las tendencias naturales de los jóvenes por tal violencia, hacen que la atención se centre básicamente, en el proceso de intervención, de manera personalizada y personalizante con cada individuo desde su propio caso, separándolo temporalmente de su grupo que tanta influencia tiene para que asimile las consecuencias que le a traído el adoptar todo lo que su grupo le ofrece, pero a la vez ir creando alrededor diversos ambientes y contextos para que pueda cobrar identidad y decida libremente por la mejor opción, que contruya vida desde un sentido y no muerte como ha sido hasta ahora.

Finalmente es por ello que el Pedagogo Reeducador trabaja no solo con el individuo si no que a su vez debe intervenir en estas situaciones tan complejas, familia, sociedad, colegio y al mismo grupo del joven en la medida que se les muestra una nueva opción de vida en el compañero que se está interviniendo, quedando el cuestionamiento respecto a ¿con que propuesta ética y cultural válidas hacerlo para presentárselo de esta manera a todo el colectivo juvenil, que está reafirmándose en su propia cultura?.

DELINCUENCIA, UN PROBLEMA DE VARIABLES

DELINCUENCIA, UN PROBLEMA DE VARIABLES

Un aporte desde la pedagogía reeducativa

 Elkin Páez Chingal

Agosto 17 del 2000

 Relatoria de la lectura: “La predisposición de la reincidencia. Variable de personalidad y factores psicosociales”.

             Dentro del campo de las posibilidades, se da como mayor frecuencia el que emitamos juicios ante las personas que, por sus acciones desviadas sean consideradas delincuentes.

Es muy fácil establecer que tal o cual persona sea un ladrón, un asesino, un drogadicto , un atracador, secuestrador, paramilitar, guerrillero o violador;  sus acciones repugnables no lo dicen. Pero de aquí a que comprendamos realmente la razón de su delincuencia, son casi nulas las posibilidades sino se tienen en cuenta las investigaciones que se han hecho al respecto, si no se prefiere quedar con el rótulo dado a cada persona de ser un delincuente.

Las investigaciones realizadas, especialmente la del documento en el título mencionada, comienza a hacer relevancia sobre el hecho de que existe en algunos sujetos mayores diferencias individuales que hacen que una persona pueda involucrarse con mayor frecuencia en los delitos, y una forma de reaccionar ante las mismas circunstancias ambientales y situacionales, que no es idéntica para todos; esto es lo que muchos autores han denominado las variables que determinan la predisposición al delito, ya no solo sociales, sino individuales al sujeto y su relación con el entorno.

El conocer estas Variables nos pueden llevar  a determinar la tendencia que desde la adolescencia manifieste la persistencia que tenga el sujeto en su edad adulta a mantener dichas conductas delictivas. Punto clave que debe llevar a los campos profesionales especializados en el trabajo humano a profundizar y generar toda la potencia en investigación e intervención sobre los factores determinantes de la delincuencia, y añadiendo la otra parte de la lectura que aparece en el título, como lo es predecir las causas y factores de reincidencia que en sujetos, tanto adolescentes como adultos ya intervenidos en programas o centros carcelarios, a volver y permanecer en su condición delictiva. Evitando de esta manera la rotulación sino la comprensión y mayor eficacia en los procesos de intervención.

Cuando se habla de delito, se debe tener en cuenta que estos hacen parte de una categoría amplia de comportamientos antisociales o desviados que se dan tanto en la niñez como en la adultez, asociándose el delito con otros comportamientos análogos, como la agresión, vagancia, aislamiento, drogadicción, mentira, que, aunque no son delictivos pero si hacen del sujeto tener una tendencia antisocial, aspectos que en el campo de intervención de la Pedagogía Reeducativa se tienen muy presentes cuando de encontrar manifestaciones de problemas de socialización se trata.

Por lo tanto, para una mejor comprensión de las variables determinantes de las conductas delictivas se debe establecer su diferencia con las conductas antisociales, teniendo en cuenta que las primeras se determinan por la clasificación de los tipos de delitos, y las segundas por la clasificación  que se haga de las categorías de las conductas.

La predicción de la conducta antisocial del delito es mirado como otro punto  de la complejidad del ser humano que surge de las variables de interacción, aceptación y comprensión de lo vivenciado por el sujeto en el Ambiente Familiar, el Ambiente Escolar, Ambiente Grupal, Ambiente Personal. Variables que ofrecen el análisis y seguimiento de las siguientes constantes desde los 4 ambientes como propiciadores del entorno social de los sujetos. Agentes de modelado, aprendizaje y socialización. Propiciadores del desarrollo, maduración, formadores de normas y valores , habilidades ante situaciones nuevas y conflictivas. Reguladores de impulsos y sentimientos. Determinadores de la reacción ante estímulos como premios o castigos.

Variables familiares como la falta de supervisión o control parental, una disciplina demasiado dura o errática, que también se da en el ambiente escolar, el rechazo de los hijos, también por los amigos, una escasa implicación con ellos, pobres relaciones maritales, criminalidad y agresividad parental, ausencia de padres. O variables escolares como baja capacidad de razonamiento verbal o forma de interactuar de manera perturbadora en clase, forma de reaccionar de los profesores ante sus conductas, problemas y dificultades de profesores e institución escolar. O Variables Grupales del tipo de amigos y ambiente que se desenvuelven son un agente principal de socialización por el mayor tiempo que pertenecen con ellos y la incidencia en la formación de la identidad del sujeto por la presión que exige el grupo a parecerse a ellos. O variables que según investigaciones se asocian a los rasgos salvajes primitivos del hombre, factores biogenéticos, tendencias desde el campo psiquiátrico. Y las múltiples relaciones entre unas y otras variables hacen que el sujeto sea o no delincuente.

Como nos hemos dado cuenta la situación ante la determinación de las causas de las conductas delictivas y antisociales no son nada sencillo de analizar. Por eso temas como la resiliencia, el Pensamiento Complejo de Edgar Morín, la misma visión del Evangelio hacia los más despreciados, favorecimiento de los Derechos Humanos, y muchos más temas, deben llevarnos a mirar el delito como delito sino a la comprensión del sujeto que lo realiza, y lejos de llevarnos a la frustración por la manera como reinciden, es la posibilidad de crear más estrategias asertivas ante tanta condición variable del sujeto a ser determinada manera, sin juzgarlo, pero sí llevándolo a conocer su situación personal inconsciente que lo hace de determinada manera para que el ya libremente pueda optar por lo que quiere y realmente le conviene.