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VERSOS LIVRES: IVANIR… O DIA QUE O AMOR… SIMPLESMENTE ME SORRIU

VERSOS LIVRES: IVANIR…

O DIA QUE…. O AMOR SIMPLESMENTE… ME SORRIU

Para ti  IVANIR, presente que Deus me deu, luz ao final do túnel, onde tu, e somente tu, chegou a minha vida, para te conquistar, para lutar, pra me esforçar e dizer que somente aquilo pelo que se luta é o que mais se valoriza, ainda assim, o universo me sorri e me facilita as coisas…e conspirou ao meu favor… fazendo que o fruto de esforço seja coletado em abundancia, e meu jeito de expressar-lo, surge nos versos livres…. O DIA QUE… O AMOR SIMPLESMENTE… ME SORRIU…

Por autorização tua publico estes versos que são somente teus, por que tu é a Musa que me inspirou:

VERSOS LIVRES VIII 

Bom dia amor!

Minha amante de nome

Da terra burka!

 

Tu vai lhe dar sentido final a uma historia

As vezes parada, as vezes afoita,

Incrível, arriscada

Ou passiva…

 

A minha travessia pelo mundo inteiro,

Me fez virar

Um homem sem fronteiras,

Ganhando apenas meu pão e me sustento

Com a  tinta preta e as vezes em cores,

Que desenham sorrisos

E provocam conquistas.

 

Em letras rabiscadas

Que pronunciam palavras,

Encorajam os sonhos,

Dramatizam as almas

E exorcizam espíritos.

 

Ganhava meu pão sendo errante no mundo,

Ou planeta que vaga pelo universo….

Voltando somente a minha origem

Quando numa simples folha

Ou na mais complexa,

Etérea

E mágica projeção das minhas letras

Apareciam no irreal

De uma tela…

 

…Ai voltava a ler minha origem,

Caminho e destino…

 

Ainda pobre,

Porem feliz ou infeliz com meu sustento,

Soube que meu destino sem fronteiras

Mostrariam que o amor me tinha reservado…

 

O amor me engendrou

Na minha pátria Mãe,

Pra ter dela a riqueza toda

De dois oceanos

E três cordilheiras….

Porem o amor me foi esquivo

E as vezes edípico ou incestuoso,

Porque minha amada COLÔMBIA,

Me quis para si

Como mãe e eu seu filho

Para o universo e

irmão do mundo…

 

No Brasil conheci o amor,

Na terra auriverde das mais belas mulheres,

Eternas amantes e valentes guerreiras

Das deusas gregas,

Amazonas,

Afroditas e

Venus…

As quais fugiram da Grécia

Antes de todas as guerras

E as crises falidas….

Fazendo desta terra o paraíso eterno,

Do qual logo

fui expulso….

 

Errante de novo

E com menos sustento,

Acordei e me deparei

Nas terras Burkas,

Onde as mulheres vestidas de Burka,

Submetidas

Ao velo que oculta

Todo prazer….

 

Sem rumo e sem fé

te encontrei a ti…

minha Amante de Burka

que na tua burka

somente teus olhos brilhavam….

porem,

que paixão teria

quem oculta

se diz ser minha amante?…

 

Oh preconceito minha amante!…

Que detrás da tua burka

Tua entrega e paixão

Me ensinaram mais que todas…

 

E tu…

Mulher oculta,

De Burka e amante

Me derrubou da fronteira

E traz de volta

Ao paraíso expulso do Brasil,

Para me mostrar que meu amor,

Tu…

É mais pura,

Mais de Burka

Mais de Samba

Mais paixão.

05-08-2011

VERSOS LIVRES VII

Conto Livre I

 

Boa noite amor, era tarde quando te comecei a escrever meu amor!.

 

A LENDA DETRÁS DO TESOURO MAIS PRECIOSO DO MUNDO

 

Conta a historia amor do Santo Judeu, quem morreu na cruz no meio de dois ladrões, que um jovem muito rico procurava o tesouro mais precioso do mundo, e foi até ele para saber como chegar e conseguir ele…

 

… O que não conta a historia é que existia um velho pescador, quem, quando jovem e sendo muito pobre, navegava pelo mar num pequeno barco e no meio de uma forte tormenta foi jogado numa distante ilha. Aceitando a realidade do infeliz sucesso do naufrágio, o jovem pediu com muita força ao seu Deus que não o deixa-se morrer só e abandonado naquela ilha, porque de ser assim, preferia se juntar aos seus antepassados de Jacó e Abraham….

 

Deus, no meio da desgraça daquele homem topou em lhe dar umas ostras, para saciar a fome, com a condição e prova de ter que nadar, ainda sem forças pelo naufrágio, pela orla até o fim do rio que morria no mar.

 

O mato d’água,  os bichos, o medo e o esgotamento do nado… deixaram sua mente tão sumida na tristeza que jogou seu rosto na lama, pronto para morrer… Foi ai então que encontrou as ostras prometidas por Deus e no esforço da fome quebrou elas, sugando o divino fruto com o qual deleitou-se…

 

Foi ai… quando saciada sua fome, que reparou que nelas existia o tesouro mais grande e precioso jamais visto, pérolas de infinito valor que mudariam sua vida para sempre…

 

O sol brilhou, iluminou sua alma e ela sorriu, quando viu seu navio para retornar…

 

A historia volta ao começo, desta velha lenda jamais contada, nem jamais conhecida, que o tesouro mais precioso era uma daquelas perolas, que o velho reservou para ganhar seu amor, com quem viveu os mais felizes anos da sua vida…

 

O homem rico perguntou ao Santo Judeu o preço e… com cabeça baixa foi embora por não ter coragem de vender tudo o que tinha e dá-lo por ela,… porque era muito rico….

 

A perola existe, muitos tiveram a felicidade toda ao pagarem o preço ainda com suas vidas, porque a perola do amor, da sentido a todo.

 

Hoje essa perola pode ser tu….

Quando tu me dizer AMOR,

porque sei que vai ser

para a vida toda.

04-08-2011

 

VERSOS LIVRES VI  

Amor!

Como tu já me retribui…

a todas as minhas palavras que tu me inspira…

Assim como eu espero te retribuir

com meu corpo

e meu desejo de superação

e crescer na vida…

 

Homem e mulher

na perfeição de Deus,

tão perfeitos…

tão incompletos…

tão faltantes…

porem juntos são tudo…

são todo.

 

Tão contrários,

tão distintos,

mas no côncavo e convexo

se encaixam,

na plenitude do prazer que apaga todo defeito

natural e perfeito…

 

Saudade e vontade se juntam

e te sabem esperar…

para te ter não uma,

nem duas, nem três,

mas num número perfeito

calculado por Pitágoras

que represente o terreno

e o eterno.

04-08-2011

VERSOS LIVRES V

 

Bom dia amor!

 

Quando digo que te amo,

te amo toda tu,

quando te digo amor

é o resumo perfeito

das mais complexas reações

pelas quais a humanidade

o entrega, recebe e faz tudo.

 

Quando tu meu amor

me diz alegria,

minha alegria é…

e tua alegria é correspondida…

 

Uma palavra não diz nada

mas ao mesmo tempo o diz tudo…

 

Amor, porem mais me diz

tua alegria que enxergo tu sente

quando tu está comigo

e a alegria que eu sinto quando estou contigo,

sendo assim, nem palavras se precisam para saber que tu me ama… eu te amo…

 

Te dar tudo…

não somente nas folgas…

mas no desejo permanente

de sentir teu corpo,

ouvir tuas palavras,

contemplar tua beleza e

penetrar na tua alma…

 

E assim,

dia a dia afirmar:

Eu sou teu,

Tu é minha.

04-08-2011

VERSOS LIVRES IV 

Bom dia amor!

Hoje me surge uma pergunta.

O que é o H2O?

Isso me pergunto lembrando a primeira vez que te vi

E admirava teu olhar pela janela do ônibus,

Mais ainda, no momento exato

Que passamos a terceira ponte…

De formosos arcos e imponentes curvas…

 

Sim,

Nesse exato momento da ponte…

Que cruza o precioso líquido

Do majestoso H2O

Do lago Paranoá…

 

E que tem tu majestoso lago?,

Idealizado no sonho de Dom Bosco

E concretizado por JK,

Que composto por duas letras e um número…

Justo naquele instante,

Tu, liquido misterioso,

Ao cruzar a ponte,

Brilhou nos olhos verdes de quem te olhava e contemplava

Em pensamentos perdidos.

 

Oh tu lago composto de H2O!,

O que tu é?….

Que provocou que naquele instante

Me fizesse saber,

No encanto do reflexo dos teus olhos

Que estava apaixonado por ti,

Amada IVANIR.

 

Hoje,

Neste instante,

Todas as manhas,

As tardes e noites,

Seria esse lago…

Para brilhar em teus olhos

De verde esperança……

 

Mas graças a Deus

Eu sou também H2O

E já brilho em teus olhos

E me movimento em teus beijos.

 

Beijos meu amor…

 03-08-2011

 

VERSOS LIVRES III 

Bom dia amor!

 Justo ao sair da minha casa,

O céu desenha com nuvens

A descrição da beleza infinita

Do encontro de amor entre o dia e a noite.

 

Nuvens que recolhem

Os lençóis brancos e puros

Do leito do amor divino…

E que geram no fundo

O fruto do amor em cores

De roxo violeta

E o azul puro, fresco e claro,

Com a leve tinta laranja e vermelha

Ao sul e ao oeste.

 

Nuvens que desenham teu nome IVANIR em letras brancas,

No lençol de cores….

 

Belezas que somente Deus faz…

Como quando te fez…

 

Beijos….

02-08-2011

  

VERSOS LIVRES II 

Bom dia amor!

Sinto que ainda não tenho acordado,

Porque contigo conquistei meu sonho

De poder chegar a Lua…

 

Minhas mãos como naves guias,

Tripuladas pelo desejo dos meus lábios,

Exploram teu espaço luar.

 

A nave guia das minhas mãos

Percorrem teus vales e montanhas,

Conquistaram teus pontos mais altos…

invadiram os teus pontos mais baixos…

 

Ainda atrapalhada,

minha nave guia…

Pela exploração desconhecida,

Ansiosa,

Encorajada

e prazerosa

do satélite luar do teu corpo…

quer me levar a conquista completa de todos teus lugares,

na entrega sem freio dos nossos corpos.

 

Minha felicidade,

Lembrando o contato com teu Monte de Venus,

Foi um pequeno passo para um homem,

Mas um salto gigante a minha humanidade.

 

Me permita dizer,

Como astronauta do teu espaço…

Que te amo,

E amo o novo sonho

Que me permite

Estar contigo.

  31-07-2011

 

VERSOS LIVRES I 

Bom dia, boa tarde, boa noite amor!

Preciosa musa de quem conservo

O doce néctar dos teus lábios.

 

Vem aqui uma imagem,

A imagem do teu signo zodiacal que se materializa

E faz presente neste instante,

A figura de um touro…

 

Um touro

Que com olhos vermelhos

Brilham com raiva uma vez solto na areia.

 

Outra imagem…

Um toureiro, que treme,

Ainda que com o pulso firme

Segura um pano vermelho,

 

Pano,

que enfurece e espera

Ao touro acurralado.

 

Dois corpos,

Tu touro… eu toureiro,

Eu touro…tu toureiro.

 

Eu te espero,

Tu me esperas.

Juntos corpo a corpo

Na investida dos beijos.

 

Eu sou tu…

E tu eu…

Tanto faz…

Por que  tu na areia é você mesma,

Eu na areia sou eu mesmo.

 

Ate que, no avance violento dos nossos corpos,

Eu sou touro,

Tu toureira…

Tu touro,

Eu toureiro…

 

Duas forças,

Duas entregas…

E um só objetivo…

Atingir a alma,

Corpo, coração e vida.

 

Com o pano vermelho que espera

E a força que avança…

Te gosta, te observa,

Te aceita e te gosta,

Sendo tu assim,

Sendo eu assim…

 29-07-2011

Introdução ao que pode ser um poema, ou novela de amor, alias é uma historia de amor… tu me diz… podes continuar-la

Obrigado por me deixar te lisonjear…. tomara o que escreva não estrague nada…mais do que já possa estar estragado

Introdução ao que pode ser um poema, ou novela de amor, alias é uma historia de amor… tu me diz… podes continuar-la 

Mi coleccion Literaria: El dia que…simplemente volvi a amar

“Eu não escrevo em português. Escrevo eu mesmo”.

“Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?”

Fernando Pessoa

Agora sim eu escrevo eu mesmo

Sei que tudo é suspeito, que de boas a primeiras alguém somente te fale de amor… eu de ti, como tu fez, desconfiaria, desconfiaria mesmo, mais somente quem se atreve a descobrir a fina tela que cobre a razão com a emoção entenderiam que toda desconfiança fica perdida pela inexperiência e pela humanidade que ainda procura achar a razão mesma de viver uma vida pelo amor. Ainda isso que acabei de dizer não diz nada e segue sendo suspeito…

Desconfiança natural das palavras e dos atos não feitos, não posso te mentir, já não penso mesmo as 24 horas do dia em ti, bem isso já é sadio, consigo até fazer coisas e falar com outros sem desejar que fosse você, também até consigo saber que posso viver sem ti, até já tenho conseguido não idealizar o que tu chamas, nosso passado, e sentir raiva, com a justificativa de dizer que dá raiva mesmo não ter feito a mais, não ter dito a mais, não ter sabido o mais o que  fazer, ou raiva simplesmente de dizer, uai.. mais tudo passa e sem problema, que fácil seria mesmo esquecer, já fiz de tudo, não quero mais fazer.

Porém, como diz Fernando Pessoa: “As vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido.”

Posso dizer que somente te conhecer, ter estado contigo, viver o que a gente viveu num encontro louco demais, e sem nenhum juízo de ser, e pedir a vida me retornar de novo a vida para te dizer de novo: FICA COMIGO ESTA NOITE poderei dizer, e só de ouvir o vento passar… Vale a pena ter nascido, porque somente, como o fantasma que esperou nascer de novo por amor, vale a pena ter nascido, e ainda, retomando a Pessoa quem diz que o amor é desilusão:

“O amor romântico é como um traje, que, como não é eterno, dura tanto quanto dura; e, em breve, sob a veste do ideal que formámos, que se esfacela, surge o corpo real da pessoa humana, em que o vestimos. O amor romântico, portanto, é um caminho de desilusão. Só o não é quando a desilusão, aceite desde o príncipio, decide variar de ideal constantemente, tecer constantemente, nas oficinas da alma, novos trajes, com que constantemente se renove o aspecto da criatura, por eles vestida.”

Sempre por amor, VALE A PENA TER NASCIDO.

Tudo cobra sentido quando sendo dono de mim mesmo:” Tenho em mim todos os sonhos do mundo” e quando reconheço meu valor e digo como Pessoa: “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.” Por isso o amor eterno, sempre valerá a pena quando alma não é pequena e, que quando ainda seja desconfiante se aceite o amor de um estranho que chega a minha vida virar tudo de cabeça, somente porque sabe que isso quer, é isso o que encontrou… ainda dure o que tempo que for, sempre ficara o gostinho de querer que seja para toda uma eternidade. E como Pessoa termino dizendo:

“Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?”

Não mais do que cinco, nem menos que seis

Não mais do que cinco, nem menos que seis

LÚCIO MOREIRA ANDRADE

GUARAPARI, 15 DE OUTUBRO DE 2009

Poucas vezes a gente encontra a maturidade dos escritos e neste caso com a autorizacao de um rapaz com mais de 16 e menos de 18 anos escreve com alta qualidade e numa lingua que ate agora conheco e me aproximo, Um rapaz que descreve o sonho de um velho e suas lembrancas com alta qualidade de descripcao. Paraben e que os leitores saibam apreciar. Feito por LÚCIO MOREIRA ANDRADE
GUARAPARI, 15 DE OUTUBRO DE 2009
Nossa rapaz
 parabens
 é a simples palavra que le posso dizer a tao excelente escrito
 da historia daquele velho que frente ao espelho dos sonhos fica nú para se encontrar com o cotidiano
 que é capaz com teu excelente portugues
 de descrever cada instante e te levar a ver cada CcOisa que velinho enxergava
 alias, eu nao conhecer muitas das palavras que voce sabiamente coloca no devido lugar
 me leva a ver o que ele  ve
 o leva a enxergar uma visao
 nao uma uma visao simples
 te portugues e fino
 é exquizito em espanhol, ou seja de melhor qualidade
 me sinto admirado frente capacidade de um rapaz com mais de 16 e menos de 18
 capaz de escrever desse jeito, por isso eu publico este escrito de meu grande e estimado amigo….

Das estórias, deu-se esta confabulia… 

 

            Acordou cedo, cedo-cedo, mais do que antes. Escuro estava ainda, sem luar de brincar de pique. O relógio, não era mais do que cinco, nem menos que seis. Flor dormia em um fino ronco de suspiros, leves como buás. Já estaria para além do sétimo sono. As chinelas de pelúcia repousavam sobre o tapete, e este sobre o chão. O mar, frente-frente, dentro da moldura de uma janela, das poucas de madeira que por ai ainda são feitas.

            Levantou, em sua calvície. Passou a mão sobre os fios disposto a arrumá-los. Desistiu da idéia. Tudo mais que escuro: escuro embaçado. Do criado companheiro, guarda-lados de cama, tirou os óculos, dióptros do dia-a-dia. Fez-se o mundo, sem luz. Não mais do que cinco, nem menos que seis. Fez o tíqle da botonhela do abajour-guardador. Fizeram-se, da luz, suas chinelas. O mar, ali emoldurado, detalhe mais que não era.

            Aproveitar a vida naquele momento? Talvez não. Tantos anos esvaíram-se. Quantos quantos e quantos porquês teriam ficado no limbo? Fosse tarde talvez, não tão tarde, mas tarde, mais além do que passara e do que passaria. Quantos anos mais? A vida terminal: uma dúvida infinitesimal sobre as pontes que cruzam o rio.

            Não era velho: era meio mítico, meio estragado. O que não passara o fizera assim, dolorido por dentro, doloroso com sonhos, mais intimista do que vidadista. Os pontos não iam além do que entendia e risco era fator nunca bem-vindo. Apesar de ser assim, fez sucesso no que não se propunha ter sido. Foi gauche na vida porque quis ser Carlos; e talvez mais que um poeta-poesia – um ator. Fracassado. Fracassado por ser o contrário do que no íntimo queria. Fracassado por ser o outro. Fracassado por ser o seu outro. Pensava em aléns aquém do aqui, retrógrado que era. Mas de tanto pensar e não fazer, parte por ter medo, foi o que nunca quis ser.

            Se reclamasse de sua displicência, mereceria tabefes. Era fadigado por uma dor interna, mas por fora tudo o que pudera lhe vir ver viera. Brotaram, talvez das mãos, o dinheiro e a bela mulher que, ao seu lado, dormia, apesar de advérbios de tempo e conjunções adversativas. Tantos anos de casados e ainda eram felizes, mas nem um, nem outro, nenhuns, sabiam de arder-amar. Eram sorrisos de fraque e vestido e todos que amavam ali viam espelho. Tiveram filhos, belos filhos, inteligentes filhos, festejados filhos, ajuizados filhos, filhos de um tudo. Mas se reclamasse de sua condição mereceria tabefes. Os netos ainda não haviam chegado e ele não se pensava vovô. Tão cedo não chegariam. Terminaram os filhos os seus cursos de vida em cheques de seu floreio e já engatinhavam, como bebês, para a vida. E ele bem sabia de vida, e dela, as marchas-progresso. Mas, aceito, foi pela estrada das conveniências sem retrocessos, turvolínea.

            Sentado na beirada da cama, calçado das chinelas com os pés trocados em desatentície, mordeu o travesseiro. Por que aqueles pensamentos agora? Não sabia. A dor, companheira de uma vida, dor que não doía, aparecia menina e chutava-lhe o peito. Era maior que dor de enfarte e mais rápida que causo corrido. Dor que não doía, mas como se quisesse dizer, retumbava. Teria tomado pílulas de metafísica?

            Da família, além filhos e Flor, não falava. Não falava. Nada. Tudo, para ele, recomeçara sem prólogos de reticências. Em seu livro, nem poesia de introdução e nem prefácios aventureiros. Com os irmãos, tempos muitos, já não falava. Amarelaram nos álbuns de fotos guardados no criado-amigo trancado, guarda-lados de seu sono intranqüilo, não falado nas olheiras matinais. Os pais, quais as fisionomias muito eram sua fôrma, eram passado, tanto passado, tanto pretérito, que suas figuras já eram nas memórias fumaça branca, brumosa, talvez turva – quem sabe? Se saudades sentia, ou mais do que isso, não dizia. As palavras que não convinham eram sepulcros.   

            Enfim, levantou e caminhou até a janela arrastando as chinelas. Não mais do que cinco, nem menos que seis. Abriu o quadro, deixando escapar o frio-molhado do ar e deixando entrar aroma de mar-maresia. Esticou as madeixas de sua coroa romana, esbranquiçada, grisalhada, só em grisos, pondo-se outra vez a tentar arrumá-las. Os porquês teriam sentido naquela etapa da vida? Por que agora brincar de Clarice e engolir seus próprios fluxos de memória? Tantas perguntas que a si nunca quis fazer e que agora o sobrepujavam.

            Voltou-se à cômoda, despiu-se por inteiro preservando as cuequinhas, vestiu os sintéticos, chutou as chinelas para o alto em ira desvairada e pisou com os pés no chão. Como um meninico, correu pelo resto do quarto, fechou a porta para não acordar Flor, correu o corredor, o escritório, o outro corredor, a salinha, as escadas, o salão, a entrada, a garagem, o jardim, abriu o portarão de rua, disparou o alarme, voltou à varanda, desligou os sensores, desceu a escadinha, chutou a cadelinha que na calçada de passagem dormia, tropeçou nos anões de jardim, abriu o portarão, correu a calçada, a rua, a outra calçada, pulou na areia da praia e beijou os lábios do mar que todas as noites, pelas molduras da janela, vinham beijar-lhe o rosto dizendo de seus boa noites. Se mais cedo fosse e alguém o visse, de certo, nas estórias que os vizinhos contam aos netos nos almoços de domingos, regados com frango de padaria e tutu mineiro, seria um eufemismo em forma de epíteto. Ainda escuro, sim, mas alguns raios, pobres raios, raios fracos, escassos raios, chamavam pela Lua; pediam-na a contradança. Vai-se, menina, vai dormir que ainda é cedo e o dia mal começou.

            E ele sentiu na boca o gosto forte dos cloretos, e fechou os olhos como se criança fosse e tivesse sonhos maiores que suas próprias vontades. Lembrou dos castelos, das areias, dos beijos-meninos, dos doces-selinhos, e quis voltar, não para casa, não para a glória de insucessos, não para a vida de medíocre valia. Queria voltar, pontuar os períodos, os segundos, os minutos, as horas de uma vida perdida em eterno cargo de aprendiz que não tivera nunca. Aprendiz dos próprios erros, como o que quer vir acertar a falta de escrúpulos gramaticais de uma vida. Se pudesse, voltaria… se pudesse, voltaria. E fechou os olhos pedindo com a maior veemência, e pedindo que lhe fosse o maior gozo, e o maior sol, e o maior momento, e que fosse maior do que sua dor, do que seu peito, que fosse sua vontade, um momento, um ponto, uma chance, um afago, uma vontade, um abraço e que naquele instante a vida trespassasse em seus olhos todos os quadros do que fora e do que teria sido, em um eterno rebobino, em um lapso sem itinerários, o passado repassado à limpo. Mas nada mudara, a não ser as imagens da míope retina, agora novamente embaçada. Beijaram os óculos o mar e deixaram-se carregar nas ondas calmas das viradas de Iemanjá.

            Ajoelhou no raso e novamente pediu. Pediu que mudasse. Pediu e viu Deus, Deus, O Deus que nunca viera e em quem nunca acreditara. Miragem era Deus, era miragem. E esvaiu-se a figura em fulguras atéicas de sua cabeça. Por tantas, não mais do que cinco, nem menos que seis, os raios pobres, raios tímidos, eram como uma miragem em película, um filme velho de rolo e de baú, de cor chuviscada, do casamento de pais, da conquista do tri. E sol já se fazia e o escuro já se sumia, e com ele seu aconchego. Engoliu em seco o medo tresmalhado que nem mesmo sabia ter, mas que lá no fundo, brincando de pique-pega com Freud estava. Longe, mais que longe, ouviu gritos jovens, jovens gritos de criança, puros e impúberes, gritos ruidosos.

            Abriu os olhos. E tudo que ali se via antes, e que depois também seria visto, e depois dos depois, já não estava. Tudo o que vira; tudo sumira. E tudo era o novo, e toda a história passara. E toda casa e criatura eram como antes foram. E tudo era novidade. Era como lona e picadeiro quando chegam os palhaços saltimbancos sobre caminhões cantarolantes e máquinas de algodão doce rosa. O antes que escondera. E o antes de sem volta, que poderia vir em mente e em dor, era claustro seu e sozinho. Viera tudo, perfeitamente e hermeticamente em um cubo fechado de tempo. E os olhos já não eram o embaço e tudo viam do longe, que não vinha porque caminhava em passos lentos de bebê novinho quando aprende a vir ver. Levantou, esparramando mil gotas mais, e riu, e chorou como o quem que não sabe o que faz. Louco retrógrado! Louco viera! Louco passado! Louco salgado!

            Ganhou liberdade e brotou das veias a vida. Pontuar por onde, e por onde, e o que dizer? Flor teria sumido? E os filhos? E a casa? E a cadelinha? E os anões de jardim?  E a vida? Em que raio de limbo estariam esquecidos?

            Mais um momento… ; seria libertinagem, liberta, liberté, viver? Não, não seria libertinagem. Caminhou passosamente, de um curtio e de uma idade que suas não eram. Beirou os lábios de mar, andando em uma calmaria sôfrega, não tão sôfrega como fora toda sua vida escondida, restrita, limitada em si e em seus sis mesmos. Deparou-se com a imagem da infância, os barquetes e as taineiras presas às pedras da praia pequena, Prainha de São Pedro, em outros tempos além, apenas Praia do Meio.

            Ali passara os melhores momentos da vida, momentos que escondia. O cotidiano impera mais que a própria realística. Comprara a casa branca que, há tempos de infância, admirava pela resplandecência e nela fizera um verdadeiro mausoléu de vidas e era a única coisa realmente velha e distinta que teimava em não tombar naquele canto perdido de braço de terra-mar e porta de enseada. Tornara-a o seu museu sem ouvidos, sem olhos, sem cor e sem gosto. Não sabia Flor da esquisitice do marido e pensara que a compra era mais investimento futuro. Acabara, no entanto, tornando-se residência familiar quando viu que a velhice trotava legionária. Flor, coitada, pobre Flor, que amava, ou achava amar, não sabia por minúcias o sôfrego próprio do marido. A coroa romana, a face ríspida, flácida no riso, o cheiro de Senador eram um menino de tempo perdido. O que poderia ter sido e não foi por ali estava escondido e, em tantos anos, para Flor e para os filhos, jamais havia aparecido.

            Aproximou-se do primeiro barco e o dia já era menino. Rocambolos, um homem e seu filho brincavam no “convés”, se assim fosse chamado. O menino, gordo e de uns quatro anos, chorava o carrinho que Iemanjá mandara buscar e que as ondas já levavam bem distante. O pai prometia um novo assim que voltassem ao centro da cidade, naquele mesmo dia. Sabe como é criança, né camarada? Como aquele carrinho, carro-barco, jamais veria outro igual durante a vida…

            Em sua lembrança, algo como isso acontecera. Era vívido e encorpado como ele, aquele meninico, e brincava nos barcos da praia com seu pai nos finais de semana e tempos de saco cheio do governo. Perdera assim um carrinho que ganhara nas machinas que haviam chegado à cidade naqueles tempos e que faziam um enorme sucesso com moedas inoxidáveis e novas de real velho. Via no choro daquele faustino talvez seu próprio choro de quando menino. Não muito chorou durante a vida, ainda mais quando passou a encarnar o papel-vida que acompanhara com afinco. Sobretudo, quando criança, chorava com maior regularidade; não muito, mas periodicamente – em intervalos de tempos em tempos, quandos em quandos, quandos em vez. Talvez, por não ter chorado o devido e talvez só por ser, em dentro, homem em lapsos de choramingo, sentia a dor pontuda, apertada, amarelada de tempo, traçada de baú, de ser o que realmente se é em si mesmo sem ter a intenção de assim se ser e para o mundo fingir ser o que não se é e o que nunca se foi e o que nunca quis ser.

            Subiu as escadas que separavam os domos de areia de um cume da calçada rústica que ali estava na infância. São Pedro abençoava o beira-mar em uma pracinha ali que os pescadores ergueram. Os prédios de seu tempo moço-restrito, moço-velho, não existiam em uma miopia que ainda nem vinha. As casas, muitas ainda rústicas, ali ainda estavam, inclusive a sua, dona de um período áureo que via lanches no píer próximo e burocratas da Telest fumando cubanos nos terraços, que transformara em um verdadeiro jardim de bonsais que encantava as janelas, sobretudo as turistas, que o viam nos dias de veraneio. Perguntavam como não torrava com o sol e a maresia; respondia que talvez fossem sintéticos como sorrisos.  

            Na rústica calçada, alguns pescadores descamavam os peixes sobre isopores. Há tanto já não se via mais aquilo. Os tempos mudam rápido, trotam em ligeiresa, não esperam fotografias que envelheçam. Olhou peroás baratos, que em tempos depois normais quase não seriam mais encontrados, e um ou dois peixes pontudinhos que não sabia o que eram. Ainda havia ali vendedores do coco natura, coco paposo, coco de comer o branco com colher, coco que em sua época terno-e-gravata não se veria mais pelas ruas; apenas, dele, uma água jocosa, talvez até sintética, feita de um pó de tantos mil alquímicos duvidosos. Meteu a mão no bolso da bermuda, sintética, e não encontrou a carteira. Iemanjá depositara a oferenda. Se pudesse, teria comprado daquele coco e sentido daquele gosto uma única vez que fosse só. Mas não pôde. Não há dinheiro no mundo, não há, que ande de sonho em sonho, mas sim de mão em mão, vendaval em vendaval, bancas em bancas. Não há dinheiro que resista às oferendas.

            A rua ainda não tinha asfalto, cavalo de progresso de petróleo fundido. Nem paralelepípedos, nem hexagonóides, octagonóides, nada. Terra batida com areia e conchinhas silicosas. A tudo, maravilhado, assistia. Engolira uns litros de água e teria morrido afogado? Céu e inferno? Céu? Inferno. Nada. Sonho? Ora, por que sonho, se os sonhos em sono são nada?  E tudo parecia bem realístico. Mas queria aproveitar o momento, e pecar, e agradecer por Flor não estar ali, e seu dinheiro, e por poder pecar e ser pecador sem culpas, e seu tudo, que na melhor das hipóteses, era seu nada.  Enterrar os pés naquele chão batido, naquele chão que o beato há tantos anos pisou e fundou e chamou de terra da Santa Maria do Guaraparím. E todas, todas elas, todas as castanheiras do beato estavam de pé, todas, e todas pomposas, com imensas copas, frondosas, folhosas de um verde-farda-de-general. Sentiu uma das castanhas cair do seu lado, voando uma gota do sumo em suas pernas. E sentiu o mesmo cheiro das maresias das manhãs, mas cenicamente diferente, o que fazia do agradecimento de cada um segundo instantes de devoção supremo ao não se sabe quem. Enterrou os pés na terra batida regada de conchas como se massageasse o ego perdido em um ponto esquecido.

            Talvez fosse uma brincadeira da cabeça. Estaria em coma em um hospital depois de surtar e correr como louco para um lábio de mar e rachar o crânio ou a cervical em três pedaços. Não. Era real que doía na espinha dorsal. Sentia cada momento para além dos tique-taques dos segundos, dos minutos e das horas. Não haveria cuco no mundo que o faria mudar as idéias.

            Precisava sair daquilo tudo. Um momento de fosforescência falava em voltar. Mas os pés agarraram ali como raízes que arrancam os ladrilhos jecas da calçada, os muros das casas e seguram encostas. Não iria a qualquer parte para além daquele mundo nem arrastado pela própria consciência, consciência pobre e insana que se agoura em arrumar as calvícies com gel para que sejam mais ríspidas, e gélidas, e sem vida.

            Um grupo de meninos brincava mais para alá, na frente, além da pracinha e do São Pedro estauta do manto bege, como diriam os pescadores gorós da aldeiela. E choveu, talvez porque o sol e as nuvens esperavam vívidas por festa que há muito não conseguiam fazer. Os coquistas correram com suas pencas-mil de cocos, e os pescadores com seus isopores, e os outros com cabos de vinte-trinta peroás semi-frescos.  O que parecia o infortúnio de quem ali ganhava a vida com cocos e peixes, para os jovens, nada mudava.  E viu que não eram bem jovens, mas aquilo que sucede o período, aquilo que reclama pelas bocas, ventas e corpos. Os meninos, por assim dizer, sem camisa, gritavam na chuva, e as meninas, por assim dizer, pulavam e jogavam sabão de caixa sobre o chão de ladrilhos azuis e escorregavam todos, meninos e meninas, com as bundinhas até a ponta além dos olhares do santo pescador. Riam sem escrúpulos, felizes por suas vidas, felizes por suas chuvas, sem misericórdia de seus pobres observadores, regados de coco e de pescados, sobre as marquises das veraneias, fechadas naqueles dias estranhos. Apenas.

            Mas as águas que escorriam estavam às voltas. E não desciam, e não subiam, nem mesmo estáticas pareciam. Alagavam as conchas, a areia, a terra, os pés, e tudo virava bloco, e cimento, e asfalto, e progresso. E os galhos caíram como caem e andam os ponteiros. E os meninos viraram homens tribarbados de ternos e as meninas calçaram seus equilibrativos saltos e não se viram resignadas às obrigações de suas mães. Porque o tempo, o tempo muda e não perdoa. Porque o tempo, o tempo, não se pontua. Porque o tempo é subjetivo, e em sim mesmo, atemporal; jamais permutativo.

            E tantas mudanças pinbobordavam ali. E andaimes levantaram prédios e minutos e vidas passavam como rocamboles feitos para frente. E tudo tão rápido, e tudo tão cético, e tudo, de um tudo, em tãos e tãos… mas a chuva havia passado, e a  praça já não tinha jovens, crianças, jovens-criança, e não mais havia ladrilhos azuis, que brincavam do celeste ao prussiano; havia duas ondas de concreto armado e São Pedro estatua era monumento cível-social, dentro das redundâncias das burrices da burocracia pseudo-politica, pseudo-intelectual. Trocara seu manto por um de outra cor qualquer, que agora, passado tempos, a miopia, que não existia, reverberava lentamente, e tomava, e perdia, e embaçava a visão e da visão, o pensamento.

            Um moçoilo, de terno e gravata, apanhava ali, onde criara raízes, um ônibus. Usava óculos bem tênues e tinha a face um pouco ríspida, mas com cara de vida e com cor de vontade. Levantou-se com veemência do banco e parou o Mercedão amarelo. Não poderia ele próprio ser atemporal, e viver o vento, a chuva, e sobreviver a tudo com subterfúgios. E cada minuto passado, agradecia por ter mudado, mudado para longe, mudado para não se sabe onde, mudado de um tudo, por mais que tanta mudança digerisse o que havia por dentro brotado, o que lhe fora dor e não voltado em pouco tempo, e tudo o que havia confundido sua mente, e tudo, e tudo. E por mais que não soubesse o que fazer, andava a calçada, já calcada de asfalto-pó e cheirando cheiros-mil de modernidade cavalesca.

            Sentia, entretanto, lá no fundo, um pingo miúdo da saudade. Antes, em sua rispidíssima coroa romana, o que lhe apontava era a saudade do que nunca fora. Porém, agora sentia que, no fundo, era o que era não meramente por ser como era, mas era aquilo que, por mais que desejasse não ter sido, foi-lhe dado como o merecido, em parte por crer com tanta veemência que não o seria que acabou por assim se transformar. E Flor e os meninos, que não eram mais meninos, não poderiam pagar por ele assim o ser. Porque não sabiam como no fundo realmente era e porque viveram em um mundo tão feliz e tão displicente em relação ao que ele, um dia em sua juventude, julgara como primazia que não faziam a idéia de saber quem realmente era o marido, quem era o pai, porque até então ele sempre lhes fora mera figura ilustrativa, um ator, um artista, o que realmente era e o que nunca julgou possível admitir para o mundo, porque já havia se transformado, a seu ver, em um monstro rugoso, pedregoso, que não admitia uma alto-complascência de quem lamenta e choraminga as vidas em seus por dentros. Por mais que já tivesse sido o tudo, e por mais que já houvesse tresbandado alguns anos para o lado mais próximo da morte do que o da vida sabia que em algo, talvez, dali pelo adiante, poderia ser diferente.

            Sentou-se sobre um banquinho, desses de praça, prostrado onde o mar fazia volta e a calçada dava lugar aos rochedos da quadros de galeria. Voltar ou ficar? Pontuar ou permanecer?

            Sentou-se então um velhorote ao seu lado. Sem qualquer fio de cabelo, óculos escuros, de um porte um tanto atlético, peito estufado nas pintas de um soldado do oficialato, que se fosse um pouco mais ríspido seria como ele alguns anos além dali.

 

– Aceita?, ofereceu o velhorote.

– Não bebo água de coco. Essas aqui têm gosto de fábrica. Obrigado!

– Essa aqui não. Pode provar que é das boas!

– Mesmo assim, obrigado.

 

            Fitou o velhorote na indiferença. Mesmo assim, era a cara e a cor e a lembrança de algum alguém, e só algum; era bastante parecido…

 

– Meu amigo, você até que me lembra alguém.  Eu tinha uma coroa dessas na cabeça quando fazia a passagem que você está fazendo.

 

            Riram; onomatopèicamente.  

 

– Essas pedras aqui têm história! Ta vendo isso tudo? Eu vi tudo isso quando tudo era virgem feito Iracema. A gente trazia as menininhas nas pedras, algumas vezes ficávamos até de madrugada.

– O senhor também namorava nas pedras?

– É difícil saber quem nunca brincou de pedreira por aqui!

 

            Apresentaram-se. Batiam em nome e em conversa.  

 

– Eu aceito da água.

– Prove porque é boa!

– Realmente. Não parece com essas coisas de química que a gente bebe pelas vidas por ai afora.

– É…

 

            Os dois poderiam ficar naquele diálogo geracional por tempos muitos. O velhorote, de mesmo nome seu, olhou os ponteiros do relógio. Disse de partida.

 

– É dura a dor do parto, mas ele tem quer ser feito! É assim que começa a vida…

– Sem dúvidas!

 

            Riram geracionalmente, cumplicidamente, pela última vez. Foram-se, cada um para um lado, cada um para seu lado, diferentes em sua própria igualitude. O espaço no tempo não os fizera ver que conversavam consigo mesmos, trinta anos atrasados para frente, trinta anos adiantados para trás.

 

***

 

            Não mais do que cinco, nem menos que seis. E sentiu o olho embaçar profundo, e a miopia voltava, e tudo doía, a consciência. E viu-se! Viu-se mais que nu, mais que próprio, mais do que fora. Vira-se meninote, vira-se jovem loquaz, vira-se estudante-rapaz, vira-se, por fim, terminando seus tempos. Não se vira em sua idade. Porque talvez não existira… e porquês… e mais porquês.  Sentiu o peso dos olhos, a miopia, sentiu os cabelos que caiam e os óculos que voltavam, e a vida que volta em marcha, e todo o surrealismo que passara, cada tempo de tanto que voltava, e tudo vinha, vinha tudo, sem parar e sem momentos, e sem tempos, e sem ponteiros de tique-taque.  

 

            Como uma locomotiva, acordou e tombou dos trilhos sobre as chinelas dorminhocas, acordando os buás do sono de Flor.

 

– Flor! Flor!

– Quê…?

– Você também viu?

– Quê…

– Era eu, era eu, era eu! Eu era!

– Claro que é você!

– Não! Eu disse que eu é que era!

– Amor, você sempre foi você.

– Não, não fui! Eu fui outro! Eu também sou outro!

– Você e esses assuntos… você deve ter sonhado, pesadelado… que horas são?

– Você com essa mania de nunca acreditar no que eu falo. Não deve ser mais do que cinco, nem menos que seis.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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LÚCIO MOREIRA ANDRADE

GUARAPARI, 15 DE OUTUBRO DE 2009

Recapitulación de cuentos y relatos para reflexionar

RELATOS

 

Una selección de historias y relatos de diversos orígenes que nos ha fascinado por su sencillez, su elegancia y su enseñanza.

 

 

La Olita Ignorante

 

Erase una vez una olita pequeñita que vivia muy alegre junto a otras olitas, allí mar adentro.

A ella le gustaba mucho saltar y disfrutar de la compañía de sus compañeras. Tenía fama de ser muy alegre y divertida.

Un día por eso de las corrientes marinas, nuestra protagonista se fue desplazando hacia tierra y cuál no sería su desconsuelo cuando observó en uno de sus saltos, que las otras compañeras que le precedían terminaban rompiéndose contra el acantilado, o desapareciendo entre la arena de la playa, o fruto del reflujo mario, eran desplazadas hacia otras costas.

Toda compungida se volvió hacia su mejor amiga que se encontraba asustando a las gaviotas y le dijo:

-“Qué ignorante eres. Estás jugando y divirtiéndote sin haberte dado cuenta que dentro de poco, cuando la corriente nos lleve hacia la tierra, desapareceremos para siempre y no nos volveremos a ver”.

Ysu amiga, la otra ola, le contestó:

-“Ignorancia la tuya, que todavía no te has dado cuenta que lejos de desaparecer estaremos juntas para siempre, porque entre todas somos… EL MAR!.

 

   

El loro que pide libertad

 

Ésta es la historia de un loro muy contradictorio. Desde hacía un buen número de años vivía enjaulado, y su propietario era un anciano al que el animal hacía compañía.Cierto día, el anciano invitó a un amigo a su casa a deleitar un sabroso té de Cachemira. Los dos hombres pasaron al salón donde, cerca de la ventana y en su jaula, estaba el loro. Se encontraban los dos hombres tomando té, cuando el loro comenzó a gritar insistente y vehementemente:

-¡libertad, libertad, libertad!

No cesaba de pedir libertad. Durante todo el tiempo en que estuvo el invitado en la casa, el a animal no dejó de reclamar libertad. Hasta tal punto era desgarradora su solicitud, que el invitado se sintió muy apenado y ni siquiera pudo terminar de saborear su taza. Estaba saliendo por la puerta y el loro seguía gritando: “¡Libertad, libertad, libertad!!”

Pasaron dos días .El invitado no podía dejar de pensar con compasión en el loro.Tanto le atribulaba el estado del animalillo que decidió que era necesario ponerlo en libertad. Tramó un plan. Sabía cuándo dejaba el anciano su casa para ir a efectuar la compra.Iba a aprovechar esa ausencia y a liberar al pobre loro.Un día después, el invitado se apostó cerca de la casa del anciano y, en cuanto lo vio salir, corrió hacia su casa, abrió la puerta con una ganzúa y entró en el salón, donde el loro continuaba gritando:”Libertad, libertad, libertad”.Al invitado se le partía el corazón. ¿quién no hubiera sentido piedad por el animalito? Presto, se acercó ala jaula ya abrió la puertecilla de la misma. Entonces el loro,a terrado, se lanzó al lado opuesto de la jaula y se aferró con su pico y uñas a los barrotes d el a jaula, negándose a abandonarla. El loro seguía gritando:¡Libertad, libertad, libertad!”

 

El Maestro dice: Como ese loro, son muchos los seres humanos que dicen querer madurar y hallar la libertad interior, pero que se han acostumbrado a su jaula interna y no quieren abandonarla.

 

 

Ni tú ni yo somos los mismos

 

El Buda fue el hombre más despierto de su época. Nadie como él comprendió el sufrimiento humano y desarrolló la benevolencia y la compasión. Entre sus primos, se encontraba el perverso Devadatta, siempre celoso del maestro y empeñado en desacreditarlo e incluso dispuesto amatarlo. Cierto día que el Buda estaba paseando tranquilamente, Devadatta, a su paso, le arrojó una pesada roca desde la cima de una colina, con la intención de acabar con su vida. Sin embargo, la roca sólo cayó al lado del Buda y Devadatta no pudo conseguir su objetivo. El Buda se dio cuenta de los sucedido y permaneció impasible, sin perder la sonrisa de los labios. Días después, el Buda se cruzó con su primo y lo saludó afectuosamente. Muy sorprendido, Devadatta preguntó:

-¿No estás enfadado, señor?

-No, claro que no.

sin salir de su asombro, inquirió:

-¿Por qué?

Y el Buda dijo:

-Porque ni tú eres ya el que arrojó la roca, ni yo soy ya el que estaba allí cuando fue arrojada.

El Maestro dice:

Para el que sabe ver, todo es transitorio; para el que sabe amar, todo es perdonable.

 

 

LA CUERDA DE LA VIDA

 

Cuentan que un alpinista desesperado por conquistar el Aconcagua, inició su travesía después de años de preparación.

Pero quería la gloria para él solo, por lo tanto subió sin compañeros. Empezó a subir y se le fue haciendo tarde, y más tarde. No se preparó para acampar, sino que siguió subiendo decidido a llegar a la cima, hasta que se hizo la oscuridad. La noche cayó con gran pesadez en la altura de la montaña; ya no podía ver absolutamente nada. Todo era negro, cero visibilidad, no había luna y las estrellas estaban cubiertas por las nubes.

Subiendo por un acantilado, a solo 100 metros de la cima, resbaló y se desplomó por los aires… Caía a una velocidad vertiginosa, sólo podía ver veloces manchas más oscuras que pasaban en la misma oscuridad y la terrible sensación de ser succionado por la gravedad. Seguía cayendo… y en esos angustiantes momentos, le pasaron por su mente todos los gratos y no tan gratos momentos de su vida. Pensaba que iba a morir; sin embargo, de repente sintió un tirón muy fuerte que casi lo partió en dos…Sí, como todo alpinista experimentado, había clavado estacas de seguridad con candados a una larguísima soga que lo amarraba de la cintura. Después de un momento de quietud, suspendido por los aires, gritó con todas sus fuerzas:

-“¡¡¡Ayúdame Dios mío!!!…”

De repente una voz grave y profunda de los cielos le contestó:

-“¿ QUÉ QUIERES QUE HAGA, HIJO MIO ?”

-“Sálvame, Dios mío ”

-“¿REALMENTE CREES QUE TE PUEDA SALVAR?”

-“Por supuesto, Señor ”

-“ENTONCES CORTA LA CUERDA QUE TE SOSTIENE…”

Hubo un momento de silencio y quietud. El hombre se aferró más a la cuerda y reflexionó…

Cuenta el equipo de rescate que al día siguiente encontraron colgado a un alpinista muerto,congelado, agarrado fuertemente con las manos a una cuerda…A TAN SOLO DOS METROS DEL SUELO…

 

¿Y tú ? ¿Qué tan confiado estás de tu cuerda?

¿Por qué no la sueltas?

 

INTELIGENCIA.

 

Usa tu inteligencia para buscar las cosas donde están y no donde no están, incluso si está oscuro. Busca dentro de tí.

Una tarde la gente vió a Rabiya buscando algo en la calle frente a su choza. Todos se acercaron a la pobre anciana,”¿Qué pasa?”-le preguntaron-“¿qué estás buscando?”.

“Perdí mi aguja”, dijo ella. Y todos la ayudaron a buscarla.

Pero alguien le preguntó: “Rabiya, la calle es larga, pronto no habrá más luz. Una aguja es algo muy pequeño ¿porqué no nos dices exactamente dónde se te cayó?”.

“Dentro de mi casa”, dijo Rabiya.

“¿Te has vuelto loca?”-preguntó la gente-“Si la aguja se te ha caido dentro de tu casa, ¿porqué la buscas aquí afuera?”.

“Porque aquí hay luz, dentro de la casa no hay”.

“Pero aún habiendo luz, ¿cómo podremos encontrar la aaguja aquí si no es aquí donde la has perdido? Lo correcto sería llevar una lámpara a la casa y buscar allí la aguja”.

Y Rabiya se rió.

“Sois tan inteligentes para las cosas pequeñas ¿cuándo vais a utilizar esta inteligencia para vuestra vida interior? Os he visto a todos buscando afuera y yo sé perfectamente bien, lo sé por mi propia experiencia que lo que buscais está perdido dentro. Usad vuestra inteligencia¿porqué buscais la felicidad en el mundo externo? ¿Acaso lo habeis perdido allí?”.

Se quedaron sin palabras y Rabiya desapareció dentro de su casa.

 

DESAFIO

 

“Es imprescindible un poco de lucha. Las tormentas con sus truenos, relámpagos y tristezas, nos enriquecen tanto como la felicidad y la alegría.

Oí una parábola antigua. Y debe ser muy antigua porque en aquellos dias Dios acostumbraba a vivir en la tierrra.

Un día un viejo campesino fue a verle y le dijo: “Mira, tú debes ser Dios y debes haber creado el mundo, pero hay una cosa que tengo que decirte: No eres un campesino, no conoces ni siquiera el ABC de la agricultura. Tienes algo que aprender”.

Dios dijo: “¿Cúal es tu consejo?”

El granjero dijo:” Dame un año y déjame que las cosas se hagan como yo quiero y veamos que pasa. La pobreza no existirá más.”

Dios aceptó y le concedió al campesino un año. Naturalmente pidió lo mejor y solo lo mejor: ni tormentas, ni ventarrones, ni peligros para el grano.

Todo confortable, cómodo y él era muy feliz. El trigo crecía altísimo. Cuando quería sol, había sol; cuando quería lluvia, había tanta lluvia como hiciera falta. Este año todo fue perfecto, matemáticamente perfecto.

El trigo crecia tan alto….que el granjero fue a ver a Dios y le dijo:”¡Mira! esta vez tendremos tanto grano que si la gente no trabaja en diez años, aún así tendremos comida suficiente”.

Pero cuando se recogieron los granos estaban vacios. El granjero se sorprendió. Le preguntó a Dios :”¿Qué pasó, qué error hubo?”.

Dios dijo:” Como no hubo desafío, no hubo conflicto, ni fricción, como tu evitaste todo lo que era malo, el trigo se volvió impotente. Un poco de lucha es imprescindible. Las tormentas, los truenos, los relampagos, son necesarios, porque sacuden el alma dentro del trigo”.

 

La noche es tan necesaria como el día y los días de tristeza son tan esenciales como los días de felicidad. A esto se le llama entendimiento. Entendiendo este secreto descubrirás cúan grande es la belleza de la vida, cuanta riqueza llueve sobre tí en todo momento, dejando de sentirte miserable porque las cosas no van de acuerdo con tus deseos.

 

POSPONER

 

Diógenes, el místico griego se encontró con Alejandro Magno cuando este se dirigía a la India. Era una mañana de invierno, soplaba el viento y Diógenes descansaba a la orilla del río, sobre la arena, tomando el sol desnudo… Era un hombre hermoso: Cuando el alma es hermosa, surge una belleza que no es de este mundo…

Alejandro no podía creer la belleza y gracia del hombre que veía. Estaba maravillado y dijo: “Señor…” Jamás había llamado “señor” a nadie en su vida. “Señor, me ha impresionado inmensamente. Me gustaría hacer algo por usted. ¿Hay algo que pueda hacer?”

Diógenes dijo: “Muévete un poco hacia un lado porque me estás tapando el sol, esto es todo. No necesito nada más.”

Alejandro dijo:” Si tengo una nueva oportunidad de regresar a la tierra, le pediré a Dios que no me convierta en Alejandro de nuevo, sino que me convierta en Diógenes”.

Diógenes rió y dijo: “¿Quién te impide serlo ahora? ¿Adónde vas? Durante meses he visto pasar ejércitos ¿Adónde van, para qué?”.

Dijo Alejandro ” voy a la India a conquistar el mundo entero”.

“Y después qué vas a hacer?”, preguntó Diógenes.

Alejandro dijo:”Después voy a descansar”.

Diógenes se rió de nuevo y dijo:” Estás loco. Yo estoy descansando ahora. No he conquistado el mundo y no veo que necesidad hay de hacerlo. Si al final quieres descansar y relajarte, ¿Porqué no lo haces ahora? Y te digo: Si no descansas ahora, nunca lo harás. Morirás. Todo el mundo se muere en medio del camino, en medio del viaje”.

Alejandro se lo agradeció y le dijo que lo recordaría, pero que ahora no podía detenerse. Alejandro cumplió su destino de conquistador, pero no le dio tiempo a descansar antes de morir.

 

JUICIOS

 

En una aldea había un anciano muy pobre, pero hasta los reyes lo envidiaban porque poseía un hermoso caballo blanco

Los reyes le ofrecieron cantidades fabulosas por el caballo pero el hombre decía:”Para mí, él no es un caballo, es una persona. ¿Y cómo se puede vender a una persona, a un amigo?”. Era un hombre pobre pero nunca vendió su caballo.

Una mañana descubrió que el caballo ya no estaba en el establo. Todo el pueblo se reunió diciendo:”Viejo estúpido. Sabíamos que algún día le robarían su caballo. Hubiera sido mejor que lo vendieras. ¡Qué desgracia!”.

-“No vayáis tan lejos”-dijo el viejo-“Simplemente decid que el caballo no estaba en el establo. Este es el hecho, todo lo demás es vuestro juicio. Si es una desgracia o una suerte, yo no lo sé, porque esto apenas es un fragmento. ¿Quién sabe lo que va a suceder mañana?”.

La gente se rió del viejo. Ellos siempre habían sabido que estaba un poco loco. Pero después de 15 días, una noche el caballo regresó. No había sido robado, se había escapado. Y no solo eso sino que trajo consigo una docena de caballos salvajes.

Homenagem à amizade

HOMENAGEM Á AMIZADE

Agosto do 2009

Reconhecimento ao grande numero de amigas e amigos que com suas palavras me tem convidado a continuar na luta por fazer da vida e o mundo sempre algo melhor e em especial nestes momentos da minha vida quando novas decissôes me levaram a encontrar novos caminhos e saber dizer com certeza que Deus está do meu lado; e agora Ele me diz ao meu ouvido: – É tempo de abundancia, de amor, de mudanÇa -. Tudo isso para voces meus grandes amigos.

A tarde se enfeita com a palavra certa de uma amigo e um amigo que te aconselha,

e te convida a sonhar com mundos possiveis, de palavras lindas onde tudo se pode,

porque na palavra de uma amiga e um amigo só existe uma verdade,

a verdade de quem deseja o melhor para ti, e ora para teus sonhos se faÇam realidade.

Sâo as palavras que se juntam para te dizer quanto gosto de voce,
e a distancia nâo faz que provocar a saudade e lembranÇas boas, porque sim existem amigos que te motivam a lutar

Como o profeta Elias, que fraquejou na luta e Deus o grande amigo, brindou-lhe alimento e convida-lhe a continuar,
-“Recobra tuas forÇas amigo meu e volta a lutar que ainda fica muito por avanÇar”.

Assim sâo tuas palavras, que me motivam a continuar.

ODA A LA AMISTAD, MI COLECCION LITERARIA EL DIA QUE HICE UNA ODA A…

ODA A LA AMISTAD

Agosto del 2009

Reconocimiento al sinnumero de amigas y amigos que con sus palabras me han invitado a seguir batallando en la lucha por hacer de la vida y el mundo siempre algo mejor y en especial en estos momentos de la vida cuando nuevas decisiones me han llevado a encontrar nuevos caminos y saber decir que Dios esta a mi lado; y ahora dice a mi oido: – Es tiempo de abundacia, de amor, de cambio-.  Todo esto para ustedes mis grandes amigas y amigos.

La tarde se engalana con la palabra cierta de una amiga y un amigo que te aconseja,
y te invita a soñar, con mundos posibles, de frases lindas donde todo se puede,
porque en la palabra de una amiga y un amigo solo existe una verdad,

la verdad de quien desea lo mejor para ti, y ora para que tus sueños se hagan realidad.
 Son los versos y palabras que se juntan para decirte cuanto te quiero,

y la distancia no hace mas que extrañar y recordar, que si existen amigos que te invitan a luchar.
Como el profeta Elias, que desistio de la lucha, Dios el gran amigo, le brinda alimento y lo invita a continuar,

-“Recobra tus fuerzas amigo mio, y vuelve a luchar que aun queda mucho por avanzar”.
Asi son tus palabras, que me motivan a continuar.