Introdução ao que pode ser um poema, ou novela de amor, alias é uma historia de amor… tu me diz… podes continuar-la

Obrigado por me deixar te lisonjear…. tomara o que escreva não estrague nada…mais do que já possa estar estragado

Introdução ao que pode ser um poema, ou novela de amor, alias é uma historia de amor… tu me diz… podes continuar-la 

Mi coleccion Literaria: El dia que…simplemente volvi a amar

“Eu não escrevo em português. Escrevo eu mesmo”.

“Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?”

Fernando Pessoa

Agora sim eu escrevo eu mesmo

Sei que tudo é suspeito, que de boas a primeiras alguém somente te fale de amor… eu de ti, como tu fez, desconfiaria, desconfiaria mesmo, mais somente quem se atreve a descobrir a fina tela que cobre a razão com a emoção entenderiam que toda desconfiança fica perdida pela inexperiência e pela humanidade que ainda procura achar a razão mesma de viver uma vida pelo amor. Ainda isso que acabei de dizer não diz nada e segue sendo suspeito…

Desconfiança natural das palavras e dos atos não feitos, não posso te mentir, já não penso mesmo as 24 horas do dia em ti, bem isso já é sadio, consigo até fazer coisas e falar com outros sem desejar que fosse você, também até consigo saber que posso viver sem ti, até já tenho conseguido não idealizar o que tu chamas, nosso passado, e sentir raiva, com a justificativa de dizer que dá raiva mesmo não ter feito a mais, não ter dito a mais, não ter sabido o mais o que  fazer, ou raiva simplesmente de dizer, uai.. mais tudo passa e sem problema, que fácil seria mesmo esquecer, já fiz de tudo, não quero mais fazer.

Porém, como diz Fernando Pessoa: “As vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido.”

Posso dizer que somente te conhecer, ter estado contigo, viver o que a gente viveu num encontro louco demais, e sem nenhum juízo de ser, e pedir a vida me retornar de novo a vida para te dizer de novo: FICA COMIGO ESTA NOITE poderei dizer, e só de ouvir o vento passar… Vale a pena ter nascido, porque somente, como o fantasma que esperou nascer de novo por amor, vale a pena ter nascido, e ainda, retomando a Pessoa quem diz que o amor é desilusão:

“O amor romântico é como um traje, que, como não é eterno, dura tanto quanto dura; e, em breve, sob a veste do ideal que formámos, que se esfacela, surge o corpo real da pessoa humana, em que o vestimos. O amor romântico, portanto, é um caminho de desilusão. Só o não é quando a desilusão, aceite desde o príncipio, decide variar de ideal constantemente, tecer constantemente, nas oficinas da alma, novos trajes, com que constantemente se renove o aspecto da criatura, por eles vestida.”

Sempre por amor, VALE A PENA TER NASCIDO.

Tudo cobra sentido quando sendo dono de mim mesmo:” Tenho em mim todos os sonhos do mundo” e quando reconheço meu valor e digo como Pessoa: “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.” Por isso o amor eterno, sempre valerá a pena quando alma não é pequena e, que quando ainda seja desconfiante se aceite o amor de um estranho que chega a minha vida virar tudo de cabeça, somente porque sabe que isso quer, é isso o que encontrou… ainda dure o que tempo que for, sempre ficara o gostinho de querer que seja para toda uma eternidade. E como Pessoa termino dizendo:

“Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?”

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